COMPONENTES DO GRUPO

ANDERSON MAIA, GABRIEL DÓRIA, GEORGE MARCIO, JOSÉ VITOR, RAFAEL LOPES E RAFAEL VIEIRA.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Cidadania

O que é cidadania?

O conceito de cidadania sempre esteve fortemente "ligado" à noção de direitos, especialmente os direitos políticos, que permitem ao indivíduo intervir na direção dos negócios públicos do Estado, participando de modo direto ou indireto na formação do governo e na sua administração, seja ao votar (direto), seja ao concorrer a cargo público (indireto). No entanto, dentro de uma democracia, a própria definição de Direito, pressupõe a contrapartida de deveres, uma vez que em uma coletividade os direitos de um indivíduo são garantidos a partir do cumprimento dos deveres dos demais componentes da sociedade[4] Cidadania, direitos e deveres.

Historia da cidadania

A história da cidadania confunde-se em muito com a história das lutas pelos direitos humanos. A cidadania esteve e está em permanente construção; é um referencial de conquista da humanidade, através daqueles que sempre lutam por mais direitos, maior liberdade, melhores garantias individuais e coletivas, e não se conformam frente às dominações arrogantes, seja do próprio Estado ou de outras instituições ou pessoas que não desistem de privilégios, de opressão e de injustiças contra uma maioria desassistida e que não se consegue fazer ouvir, exatamente por que se lhe nega a cidadania plena cuja conquista, ainda que tardia, não será obstada. Ser cidadão é ter consciência de que é sujeito de direitos. Direitos à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade, enfim, direitos civis, políticos e sociais. Mas este é um dos lados da moeda. Cidadania pressupõe também deveres. O cidadão tem de ser cônscio das suas responsabilidades enquanto parte integrante de um grande e complexo organismo que é a coletividade, a nação, o Estado, para cujo bom funcionamento todos têm de dar sua parcela de contribuição. Somente assim se chega ao objetivo final, coletivo: a justiça em seu sentido mais amplo, ou seja, o bem comum.

Movimentos sociais

O que é movimento social?

Movimento Social é a reunião de pessoas que se põem em movimento pela conquista de algo. Em sua concepção política, movimentos sociais são compostos pelo povo, normalmente excluídos de algum direito. Os sem-tetos lutam por teto, desempregados por trabalho, etc.

Porém, após essa união, as pessoas organizadas em um movimento passam a compreender, que não adianta apenas a sua luta específica. Que sua vida não irá melhorar com a conquista apenas do teto ou da terra. Por isso, normalmente os movimentos sociais tentam convencer a população da importância de sua luta e se solidarizam com outras lutas.

Normalmente, a pessoa que não tem teto, emprego, terra, educação, acha que é por sua culpa. O movimento mostra a ela que isso é direito, e não os privilégios. O movimento social tira as pessoas de seu isolamento e lhe dá identidade, dignidade.

Movimento social no Brasil.

A análise dos movimentos sociais no Brasil revelam forte enfoque teórico oriundo do marxismo, sejam eles vinculados ao espaço urbano e/ou rural. Tais movimentos, quando se referiam ao espaço urbano possuíam um leque amplo de temáticas como por exemplo, as lutas por creches, por escola pública, por moradia, transporte, saúde, saneamento básico etc. Quanto ao espaço rural, a diversidade de temáticas expressou-se nos movimentos de bóias-frias (das regiões cafeeiras, citricultoras e canavieiras, principalmente), de posseiros, sem-terra, arrendatários e pequenos proprietários.

Cada um dos movimentos possuía uma reivindicação específica, no entanto, todos expressavam as contradições econômicas e sociais presentes na sociedade brasileira.

No início do século XX, era muito mais comum a existência de movimentos ligados ao rural, assim como movimentos que lutavam pela conquista do poder político. Em meados de 1950, os movimentos nos espaços rural e urbano adquiriram visibilidade através da realização de manifestações em espaços públicos (rodovias, praças, etc.). Os movimentos populares urbanos foram impulsionados pelas Sociedades Amigos de Bairro - SABs - e pelas Comunidades Eclesiais de Base - CEBs. Nos anos 1960 e 1970, mesmo diante de forte repressão policial, os movimentos não se calaram. Havia reivindicações por educação, moradia e pelo voto direto. Em 1980 destacaram-se as manifestações sociais conhecidas como "Diretas Já".

Em 1990, o MST e as ONGs tiveram destaque, ao lado de outros sujeitos coletivos, tais como os movimentos sindicais de professores.

Concomitante às ações coletivas que tocam nos problemas existentes no planeta (violência, por exemplo), há a presença de ações coletivas que denunciam a concentração de terra, ao mesmo tempo que apontam propostas para a geração de empregos no campo, a exemplo do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST); ações coletivas que denunciam o arrocho salarial (greve de professores e de operários de indústrias automobilísticas); ações coletivas que denunciam a depredação ambiental e a poluição dos rios e oceanos (lixo doméstico, acidentes com navios petroleiros, lixo industrial); ações coletivas que têm espaço urbano como locus para a visibilidade da denúncia, reivindicação ou proposição de alternativas.

As passeatas, manifestações em praça pública, difusão de mensagens via internet, ocupação de prédios públicos, greves, marchas entre outros, são características da ação de um movimento social. A ação em praça pública é o que dá visibilidade ao movimento social, principalmente quando este é focalizado pela mídia em geral. Os movimentos sociais são sinais de maturidade social que podem provocar impactos conjunturais e estruturais, em maior ou menor grau, dependendo de sua organização e das relações de forças estabelecidas com o Estado e com os demais atores coletivos de uma sociedade.

Exemplo de movimentos sociais no Brasil.

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST

Movimento dos Trabalhadores Sem Teto – MTST

Fórum Social MundialFSM

Movimento Hippie

Movimento Feminista

Movimento Estudantil

Questões do DEBATE

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O que é a violência?

Violência é um comportamento que causa dano a outra pessoa, ser vivo ou objeto. Invade a autonomia, integridade física ou psicológica e mesmo a vida de outro. É o uso excessivo de força, além do necessário ou esperado. O termo deriva do latim violentia (que por sua vez o amplo, é qualquer comportamento ou conjunto de deriva de vis, força, vigor); aplicação de força, vigor, contra qualquer coisa ou ente.

Assim, a violência diferencia-se de força, palavras que costuma estar próximas na língua e pensamento cotidiano. Enquanto que força designa, em sua acepção filosófica, a energia ou "firmeza" de algo, a violência caracteriza-se pela ação corrupta, impaciente e baseada na ira, que não convence ou busca convencer o outro, simplesmente o agride.

Existe violência explícita quando há ruptura de normas ou moral sociais estabelecidas a esse respeito: não é um conceito absoluto, variando entre sociedades. Por exemplo, rituais de iniciação podem ser encaradas como violentos pela sociedade ocidental, mas não pelas sociedades que o praticam.

Violência no Brasil.

No Brasil, durante os últimos vinte anos, as políticas públicas de redução da violência em meio escolar têm se originado, sobretudo, na esfera estadual e municipal. Apesar de expressarem iniciativas muitas vezes fragmentadas e descontínuas, já existe um considerável acúmulo de experiências dessas políticas que demandam estudos sistemáticos para avaliar sua eficácia e proporcionar elementos para a formulação de novas orientações. Tomando como exemplo algumas modalidades de iniciativas, nas cidades de São Paulo, Porto Alegre e Belo Horizonte, é possível traçar os elementos principais que orientam o nascimento das políticas públicas voltadas para a superação das condutas violentas que atingem os estabelecimentos escolares, sobretudo nas cidades brasileiras de médio e grande porte. Preliminarmente, é preciso considerar dois aspectos: o primeiro diz respeito ao fato de que o tema da violência na sociedade brasileira ganha o debate público com o processo de democratização. Não só a herança do regime autoritário se faz presente até os dias atuais, sensibilizando vários atores sociais na luta pela democratização institucional e pela realização de direitos da cidadania, como também a disseminação das várias formas da criminalidade, delinqüência e prática de justiça extralegal nas regiões urbanas ocorre, paradoxalmente, com o próprio advento da democracia. O segundo incide sobre o fato de que a violência em meio escolar no Brasil tanto decorre da situação de violência social que atinge a vida dos estabelecimentos, sobretudo públicos, como pode expressar modalidades de ação que nascem no ambiente pedagógico, neste caso a violência escolar.

A importância da educação no Brasil

O Brasil, como se sabe, é um dos países mais desiguais do mundo. Tal desigualdade se reduziu um pouco nos últimos anos, em função dos aumentos nos ganhos reais do salário mínimo, da geração de empregos formais e das transferências governamentais para programas sociais e tecnológicos. Mas é ainda muito elevada.

A principal causa da desigualdade brasileira é a má distribuição de renda entre lucros e salários, o que influi diretamente no crescimento do mercado interno e na formação da cidadania. É por essa razão que a desigualdade tem sido uma das causas da evasão escolar, pois o jovem é induzido a ingressar no mercado de trabalho para contribuir para renda familiar.

A educação constitui-se num dos instrumentos para a redução dessa desigualdade. Entretanto ainda persistem no País grandes dificuldades. Segundo pesquisas, a chance de um filho de um pai com menos de um ano de estudo repetir esse nível de escolaridade é muito alta: 34%. Além disso, a probabilidade de essa criança fazer o ensino superior é de apenas 1%. No outro extremo, uma criança cujo pai tenha o ensino superior tem 60% de probabilidade de também fazer um curso superior. Aqueles em melhor condição financeira, portanto, têm enorme vantagem em termos de aproveitamento das oportunidades do mercado de trabalho, o que acaba perpetuando a desigualdade social. Apenas 12% da população jovem 18 a 24 anos frequenta a universidade e, desse número, em torno de 40% está nas universidades públicas.

Essa desigualdade no acesso à educação é especialmente grave em um país que paga um prêmio elevado à escolaridade. Em média, um ano a mais de escolaridade no Brasil representa um acréscimo no salário de 15%. Para efeitos comparativos, nos Estados Unidos esse percentual é de 10%. Para o nível superior, esse prêmio é ainda maior no Brasil, chegando a 18,7% em média para cada ano de estudo.

Há forte correlação entre o nível educacional de uma população e o crescimento do País. Atualmente, quase todas as tarefas profissionais envolvem, em algum grau, trabalho intelectual. Assim, quanto mais escolarizado o trabalhador, maior a facilidade para absorção de novas tecnologias, que são a base do crescimento econômico nos dias atuais.

Mas, obviamente, os benefícios de uma educação mais ampla não se circunscrevem à produção econômica. Uma população escolarizada pode exercer mais plenamente os seus direitos políticos e de cidadania de uma forma geral. Vários estudos comprovam que a escolarização também reduz os indicadores de criminalidade: a conclusão do ensino médio reduz significativamente a probabilidade de o jovem cometer crime contra as pessoas e o patrimônio.

No Brasil, cerca de metade dos desempregados são jovens com idade entre 16 e 24 anos. O fenômeno decorre de várias causas, com destaque para a falta de experiência profissional e baixa escolaridade. O maior acesso do jovem menos favorecido economicamente à educação tornará um pouco mais justa a disputa por um espaço no mercado de trabalho, já que são indiscutíveis as relações entre escolaridade e capacidade de obter um emprego e se manter nele. À medida que um jovem trabalhador se escolariza, ele se torna mais apto a conseguir um emprego e desenvolver um trabalho mais sofisticado, absorvendo inovação tecnológica, que é o segredo da produção com qualidade nos dias de hoje.

Investir na educação, ampliando vagas públicas e reforçando a qualidade do ensino, é o caminho para o avanço econômico e social do País.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Atividades

Atividade 1

1-Comente em 5 a 10 linhas as conseqüências da globalização econômica.

R= A globalização trás conseqüências negativas , se relacionando a economia só beneficia os ricos apesar de facilitar o modo de produção. Comunicação e locomoção, porem o acesso aos pobres é mais dificil

2-Partindo do pressuposto da globalização descreva o processo de importação e exportação

R= Como a globalização facilitou o desenvolvimento do transporte a importação e a exportação ficou muito mais fácil colaborando para o crescimento para o transporte e economia

3-Dê a sua opinião em relação à globalização econômica

R= É importante mais não deixa de ser altamente capitalista fornecendo a poucos e estabelecendo um alto índice de pobreza.

Atividade 2


1-Baseando-se no vídeo que será exibido (responda):


a) O que está em jogo na questão das mercadorias?

R= O lucro o beneficio para aqueles que possuem o enorme domínio do dinheiro rendido pelas mercadorias

b) A quem interessa o consumo de mercadorias?

R=A nós que somos induzidos pela publicidade, propagandas , acreditando na importância do consumo

c) Que interesse essa atividade atende?

R=A quem esta por trás gerando lucro , o seu enorme interesse é o lucro do consumo gerada pela população consumista

2-Qual o papel do governo nas relações comercias das grandes corporações?

R=A ajuda a implementação de enormes empresas e industrias

3-Quais as conseqüências implicadas na questão do consumo?

R= Uma das maiores conseqüências é o efeito colateral diante a natureza, a poluição,desmatamento das industrias a fins lucrativos

4-Como estas questões nos afetam?

R=Não só no ambiente a qual vivemos como a nossa saúde, diante de diversos produtos tóxicos resultantes da industrializações

5-Qual a sua opinião em relação a estas questões?

R= É importante.Porem é mais interessante nós mudarmos as nossas ações,apenas questionar não ira resolver nada do que esta a nossa volta, mais claro ter consciência do que esta ocorrendo podemos tomar certas medidas

domingo, 28 de março de 2010

Estilos musicais

° História da musica

História da Música é estudo das origens e evolução da Música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história, é trabalho dos historiadores, porém também é freqüentemente realizado pelos musicólogos.

Em 1957 Marius Schneider escreveu: “Até poucas décadas atrás o termo ‘história da música’ significava meramente a história da música erudita européia. Foi apenas gradualmente que o escopo da música foi estendido para incluir a fundação indispensável da música não européia e finalmente da música pré-histórica."

Há, portanto, tantas histórias da música quanto há culturas e espaços no mundo e todas as suas vertentes têm desdobramentos e subdivisões. Podemos assim falar da história da música do ocidente, mas também podemos desdobrá-la na história da música erudita do ocidente, história da música popular do ocidente, história da música do Brasil, história do samba, e assim sucessivamente.

° Definição da musica

Definir a música não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessa prática. Mais do que qualquer outra manifestação humana, a música contém e manipula o som e o organiza no tempo. Talvez por essa razão ela esteja sempre fugindo a qualquer definição, pois ao buscá-la, a música já se modificou, já evoluiu. E esse jogo do tempo é simultaneamente físico e emocional. Como "arte do efêmero", a música não pode ser completamente conhecida e por isso é tão difícil enquadrá-la em um conceito simples. A música também pode ser definida como uma forma linguagem que se utiliza da voz, instrumentos musicais e outros artifícios, para expressar algo à alguém.

° Definição Social da musica

Por trás da multiplicidade de definições, se encontra um verdadeiro fato social, que coloca em jogo tanto os critérios históricos, quanto os geográficos. A música passa tanto pelos símbolos de sua escritura (notação musical), como pelos sentidos que são atribuídos a seu valor afetivo ou emocional. É por isso que, no ocidente, nunca parou de se estender o fosso entre as músicas do ouvido (próximas da terra e do folclore e dotadas de uma certa espiritualidade) e as músicas do olho (marcadas pela escritura, pelo discurso). Nossos valores ocidentais privilegiam a autenticidade autoral e procuram inscrever a música dentro de uma história que a liga, através da escrita, à memória de um passado idealizado. As músicas não ocidentais, como a africana apelam mais ao imaginário, ao mito, à magia e fazem a ligação entre a potencialidade espiritual e corporal. O ouvinte desta música, bem como o da música folclórica ou popular ocidental participa diretamente da expressão do que ouve, através da dança ou do canto grupal, enquanto que um ouvinte de um concerto na tradição erudita assume uma atitude contemplativa que quase impede sua participação corporal, como se só a sua mente estivesse presente ao concerto. O desenvolvimento da notação musical e a constituição artificial do sistema de temperamentos consolidou na música, o dualismo corpo-mente típico do racionalismo cartesiano. E de tal forma esse movimento se fortaleceu que mesmo a música popular ocidental, ainda que menos dualista, se rendeu à sistematização, na qual se mantém até hoje.

° Gênero Musical

Os gêneros definem e classificam músicas em suas qualidades, e entre os diversos elementos que concorrem para a definição dos géneros pode-se apontar:

* instrumentação (que instrumentos são mais frequentemente usados);
* texto (conteúdo sacro, profano, romântico, idílico, etc.);
* função (prelúdio, encerramento, dança, ritual, etc.);
* estrutura (linear, segmentada, repetitiva, etc.);
* contextualização (local de interpretação, contextualização geográfica,contextualização cronológica, contextualização etnográfica, etc.)

° Estilos musicais no esporte

Geralmente os estilos musicais postos nos esportes são principalmente hinos e musicas de torcidas organizadas. As musicas de torcidas geralmente são feitas a favor do seu time com a intenção de trazer um estímulo aos jogadores, os hinos são feitos ao clube.
Exemplo:
BAHIA



VITORIA

quinta-feira, 25 de março de 2010

Postando para avaliaçao do trabalho

Apontamento

CAPITULO 10

Como surgiu o estado moderno

- O estado absolutista
- O estado moderno
- O estado nacional no século xx.

a)O estado fascista e o estado soviético
b)O estado do bem-estar-social

- Estado neoliberal

CAPITULO 11

O poder e o estado

- As teorias sociológicas sobre o estado

* Karl Mark
Estado e burguesia

*Émile Durkheim
Estado e interesses coletivos

*Max Weber
Estado e política

- Democracia, repressão e partidos políticos

O estado:
-Direito e poder do estado
-Elementos do estado

a) Território
b) População
c) Governo

Estados, nação e governo
Os três poderes do estado e as formas de governo

a)Executivo
b)Legislativo
c)Judiciário